segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Aspectos familiar da vida da Roma antiga

A família consistiu para os romanos a base de sua organização social. O termo família não designava somente o pai, a mãe e os filhos, mas também a casa, os escravos e até os animais de sua propriedade.

O modelo predominante é o da família patriarcal. O pai exercia o domínio sobre a mulher, os filhos e os escravos, tendo direito de decidir sobre o destino das crianças recém-nascidas. Ou seja, o fato de nascer não significava que a criança fosse aceita pela família. Muitos filhos eram abandonados ou vendidos como escravos. O número predominante de filhos é três. Havia leis que garantiam certos privilégios às mães de três filhos, pois cumpriram seu dever, embora alguns documentos atestem a existência de famílias numerosas contendo cinco, nove e até doze filhos. A educação das crianças era confiada a uma nutriz (aquela que amamenta) e a um pedagogo, também chamado "nutridor", os quais desempenhavam um papel decisivo na formação do jovem. As crianças viviam com eles durante todo o dia; a nutriz ensinava as crianças a falar, enquanto os escravos, chamados pedagogos, acompanhavam-nas até a escola, a partir dos seis ou sete anos de idade. Aos doze anos, meninos e meninas se separavam. Como não existia a escola pública, somente os meninos, se pertencessem a uma família abastada, continuavam seus estudos, passando pelo secundário até atingir o ensino superior. Sob a supervisão de um professor de literatura, estudavam os autores clássicos, a mitologia, as ciências humanas, etc. Pretendia-se formar um jovem instruído nas belas letras, desenvolvendo sua capacidade de retórica, sua eloqüência.

As meninas não continuavam seus estudos, pois entre os doze e quatorze anos eram consideradas adultas, os homens as chamavam de "senhora", e algumas já eram entregues em casamento desde esta tenra idade. Assim, era o marido, escolhido pelo pai da noiva, que cuidava da educação dessas jovens romanas. Nos tempos da República romana, o comportamento das mulheres primava pelo conservadorismo, e o seu espaço consistia basicamente no ambiente doméstico. Já, durante o Período Imperial, a mulher parece ter adquirido mais liberdade e conquistado seu espaço na cena pública, participando mais da sociedade, desde que não interferisse nas questões de cunho político, assunto ainda restrito ao mundo masculino. Mas, há uma certeza, a de que a mulher romana possuía maior liberdade do que a mulher no mundo grego.

domingo, 7 de junho de 2009


Sentindo na pele...

Trabalho extraído do livro: Almanaque pedagógico afrobrasileiroAutora: Rosa Margarida de Carvalho Rocha
"Pelos registros da pele, uma história aparece. Alguns registros parecem ser eternos. Outros se transformam(...)Ao acolher e envolver o corpo físico, a pele o protege do ambiente que seja hostil e das ações externas agressivas, mas percebe e recebe, em todo o corpo, os estímulos positivosde calor, prazer e troca!"

A pele
Ela é uma roupa sem igual. Cai bem em grandalhões ou nanicos, gordos ou magros. São metros quadrados de tecido humano da melhor qualidade. Versátil, aquece no frio e refresca calor. Veste perfeitamente em qualquer ocasião, formal ou informal.
Olhando, ninguém diz que pesa mais de 4 quilos. Seus 5 milhões de sensores captam os estímulos mais sutis. E ainda acham que ela é superficial. Se alguém pedir a você para listar as dez partes mais importantes do corpo, dificilmente estaria entre elas. Na verdade, a pele é uma injustiçada.
Por incrível que possa parecer, a pele é o maior órgão do corpo humano. Abriga as sensações e o único dos cinco sentidos absolutamente vital para a sobrevivência: o tato. Você morreria se não conseguisse diferenciar, pelo toque, o óleo quente da água fria. Se não existisse a dor, você comeria a própria língua junto com as refeições, sem notar. E talvez só percebesse que pisou num prego muito tempo depois, quando o ferimento já estivesse infeccionado. A pele evita a perda dos líquidos do corpo e impede que os seus órgãos fiquem expostos ao sol, à chuva, ao vento, aos insetos, fungos e germes. Em todas as épocas e culturas, a humanidade tem usado a superfície do corpo como suporte para a expressão, desenhos, tinturas e inscrições.


A PARTICIPAÇÃO AFRICANA NA FORMAÇÃO
DO POVO BRASILEIRO
Para os autores os currículos escolares sempre negaram a colaboração de africanos, africanas e descendentes na formação da cultura e do povo brasileiro reduzindo essa colaboração ao passado escravista e ao mundo da música, da dança, da culinária e, no máximo, da religião.
Os negros vinham da África trazendo seus objetos, hábitos, textos orais e escritos, rituais, jogos, folguedos, histórias: um patrimônio cultural material e imaterial. Trouxeram lembranças e saberes com suas religiões, tecnologias e trabalho.
Para melhor compreender a participação do segmento negro na formação brasileira, segundo os autores, três dimensões são de fundamental importância: a história, a memória, e as práticas culturais.
É no cotidiano que a cultura e as práticas culturais são elaboradas, transformando o conhecimento em experiência de aprendizagem e a própria experiência vivida se transforma em conhecimento. A nossa construção se dá por meio da socialização, da relação com o outro e das ações vividas. Assim a alimentação, o vestuário, a oralidade, a gestualidade, a sonoridade, os odores ou sabores, são sinais que nos permitem decifrar a diversidade e a complexidade da realidade histórica da sociedade afro-brasileira.
“Tomar as diversas práticas sociais e culturais como práticas educativas são vê-las em processo, sendo construídas intensamente e carregadas de tensão entre diferentes indivíduos e diferentes comunidades; elas criam contextos interativos que – justamente por se relacionarem dinamicamente em distintos ambientes culturais, nos quais diferentes indivíduos desenvolvem identidades – contribuem para um ambiente formativo”.
E mais:
“As expressões culturais e religiosas de matriz africana trazem processos educativos que dizem respeito ao próprio exercício das apresentações no momento da festa e nos rituais religiosos. Esses processos se revelam na música, na dança, no toque dos instrumentos e nos gestos. São elementos impressos no corpo e expressos através da prática e da tradição oral”.
No século XX vamos encontrar os movimentos negros, os núcleos afro-brasileiros formados nas universidades brasileiras compostos em grande parte por acadêmicos negros. No ano 2000 foi criada a Associação Brasileira de Pesquisadoras e Pesquisadores Negros (ABPN), que realiza encontros bianuais.
Na relação África/Brasil vamos encontrar ainda referências no campo das artes e da estética como na literatura e nas artes visuais. São poetas, escritores e escritoras, que buscam construir um alicerce para a construção da identidade afro-brasileira autônoma. Na música além dos ritmos que emergiram em território nacional temos ainda o jazz, o soul, o reggae, o funk e o rap.
Para os autores “não existe Brasil sem a África e, portanto não existe identidade nacional sem a cultura afro-brasileira

domingo, 29 de março de 2009


Nós, professores, somos assumimos
uma missão, nem sempre fácil,
de animar, incentivar, valorizar, transmitir,
criar, conhecimentos.
As ferramentas que dispomos:
a fala, o quadro branco ou negro , o papel .
A nossa imagem ultimamente desgastada, cansada,
amarfanhada, pelo descaso do estado e da sociedade, pois temos
que ser tudo, cobram de nós o que não nos compete - sanar os desequibrios que proliferam em nossa sociedade capitalista e excludente.
Somos calados, perseguidos, dominados, mas mesmo assim,
a nossa luta continua, porque ser educador é dom, é graça, e temos
esperança de que estamos educando pessoas, para serem CIDADÃOS.


"Se não puder se destacar pelo talento,
vença pelo esforço."

domingo, 22 de março de 2009




A LIBERDADE é a capacidade que está dentro de nós, que nos permite escolher o melhor para nós e para os outros.
"Podemos escolher o que semear, mas somos obrigads a colher o que plantamos."
Charles Chaplin











Temos aprendiso a voar como os pássaros,
nadar como peixes, mas ainda não aprendemos
a sensivel arte de viver como irmãos.
Martin Luther King

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

REP DA EDUCAÇÃO
Educação , educação, ação, ação , é a nossa missão.
Queremos cidadão, bom, bom
Consciente, inteligente e que faça a diferença
Educação
Minha irmã educação acontece na ação, na rua,
na escola,
Na família, no trabalho, na relação
Como eu, você é chamada para fazer a interação.
Educação

No toque, no toque, do conhecimento
O MP4 já era, agora , agora, é o MP9, o MP9,
Espero, espero a TV digital, que vem, que vem Bombando ,
Mas que saco, que saco, quando fico horas,e horas
Sentado ouvindo, é copia, é copia, é copia.
Educação