A família consistiu para os romanos a base de sua organização social. O termo família não designava somente o pai, a mãe e os filhos, mas também a casa, os escravos e até os animais de sua propriedade.
O modelo predominante é o da família patriarcal. O pai exercia o domínio sobre a mulher, os filhos e os escravos, tendo direito de decidir sobre o destino das crianças recém-nascidas. Ou seja, o fato de nascer não significava que a criança fosse aceita pela família. Muitos filhos eram abandonados ou vendidos como escravos. O número predominante de filhos é três. Havia leis que garantiam certos privilégios às mães de três filhos, pois cumpriram seu dever, embora alguns documentos atestem a existência de famílias numerosas contendo cinco, nove e até doze filhos. A educação das crianças era confiada a uma nutriz (aquela que amamenta) e a um pedagogo, também chamado "nutridor", os quais desempenhavam um papel decisivo na formação do jovem. As crianças viviam com eles durante todo o dia; a nutriz ensinava as crianças a falar, enquanto os escravos, chamados pedagogos, acompanhavam-nas até a escola, a partir dos seis ou sete anos de idade. Aos doze anos, meninos e meninas se separavam. Como não existia a escola pública, somente os meninos, se pertencessem a uma família abastada, continuavam seus estudos, passando pelo secundário até atingir o ensino superior. Sob a supervisão de um professor de literatura, estudavam os autores clássicos, a mitologia, as ciências humanas, etc. Pretendia-se formar um jovem instruído nas belas letras, desenvolvendo sua capacidade de retórica, sua eloqüência.
As meninas não continuavam seus estudos, pois entre os doze e quatorze anos eram consideradas adultas, os homens as chamavam de "senhora", e algumas já eram entregues em casamento desde esta tenra idade. Assim, era o marido, escolhido pelo pai da noiva, que cuidava da educação dessas jovens romanas. Nos tempos da República romana, o comportamento das mulheres primava pelo conservadorismo, e o seu espaço consistia basicamente no ambiente doméstico. Já, durante o Período Imperial, a mulher parece ter adquirido mais liberdade e conquistado seu espaço na cena pública, participando mais da sociedade, desde que não interferisse nas questões de cunho político, assunto ainda restrito ao mundo masculino. Mas, há uma certeza, a de que a mulher romana possuía maior liberdade do que a mulher no mundo grego.
O modelo predominante é o da família patriarcal. O pai exercia o domínio sobre a mulher, os filhos e os escravos, tendo direito de decidir sobre o destino das crianças recém-nascidas. Ou seja, o fato de nascer não significava que a criança fosse aceita pela família. Muitos filhos eram abandonados ou vendidos como escravos. O número predominante de filhos é três. Havia leis que garantiam certos privilégios às mães de três filhos, pois cumpriram seu dever, embora alguns documentos atestem a existência de famílias numerosas contendo cinco, nove e até doze filhos. A educação das crianças era confiada a uma nutriz (aquela que amamenta) e a um pedagogo, também chamado "nutridor", os quais desempenhavam um papel decisivo na formação do jovem. As crianças viviam com eles durante todo o dia; a nutriz ensinava as crianças a falar, enquanto os escravos, chamados pedagogos, acompanhavam-nas até a escola, a partir dos seis ou sete anos de idade. Aos doze anos, meninos e meninas se separavam. Como não existia a escola pública, somente os meninos, se pertencessem a uma família abastada, continuavam seus estudos, passando pelo secundário até atingir o ensino superior. Sob a supervisão de um professor de literatura, estudavam os autores clássicos, a mitologia, as ciências humanas, etc. Pretendia-se formar um jovem instruído nas belas letras, desenvolvendo sua capacidade de retórica, sua eloqüência.
As meninas não continuavam seus estudos, pois entre os doze e quatorze anos eram consideradas adultas, os homens as chamavam de "senhora", e algumas já eram entregues em casamento desde esta tenra idade. Assim, era o marido, escolhido pelo pai da noiva, que cuidava da educação dessas jovens romanas. Nos tempos da República romana, o comportamento das mulheres primava pelo conservadorismo, e o seu espaço consistia basicamente no ambiente doméstico. Já, durante o Período Imperial, a mulher parece ter adquirido mais liberdade e conquistado seu espaço na cena pública, participando mais da sociedade, desde que não interferisse nas questões de cunho político, assunto ainda restrito ao mundo masculino. Mas, há uma certeza, a de que a mulher romana possuía maior liberdade do que a mulher no mundo grego.






