
Sentindo na pele...
Trabalho extraído do livro: Almanaque pedagógico afrobrasileiroAutora: Rosa Margarida de Carvalho Rocha
"Pelos registros da pele, uma história aparece. Alguns registros parecem ser eternos. Outros se transformam(...)Ao acolher e envolver o corpo físico, a pele o protege do ambiente que seja hostil e das ações externas agressivas, mas percebe e recebe, em todo o corpo, os estímulos positivosde calor, prazer e troca!"
A pele
Ela é uma roupa sem igual. Cai bem em grandalhões ou nanicos, gordos ou magros. São metros quadrados de tecido humano da melhor qualidade. Versátil, aquece no frio e refresca calor. Veste perfeitamente em qualquer ocasião, formal ou informal.
Olhando, ninguém diz que pesa mais de 4 quilos. Seus 5 milhões de sensores captam os estímulos mais sutis. E ainda acham que ela é superficial. Se alguém pedir a você para listar as dez partes mais importantes do corpo, dificilmente estaria entre elas. Na verdade, a pele é uma injustiçada.
Por incrível que possa parecer, a pele é o maior órgão do corpo humano. Abriga as sensações e o único dos cinco sentidos absolutamente vital para a sobrevivência: o tato. Você morreria se não conseguisse diferenciar, pelo toque, o óleo quente da água fria. Se não existisse a dor, você comeria a própria língua junto com as refeições, sem notar. E talvez só percebesse que pisou num prego muito tempo depois, quando o ferimento já estivesse infeccionado. A pele evita a perda dos líquidos do corpo e impede que os seus órgãos fiquem expostos ao sol, à chuva, ao vento, aos insetos, fungos e germes. Em todas as épocas e culturas, a humanidade tem usado a superfície do corpo como suporte para a expressão, desenhos, tinturas e inscrições.
Trabalho extraído do livro: Almanaque pedagógico afrobrasileiroAutora: Rosa Margarida de Carvalho Rocha
"Pelos registros da pele, uma história aparece. Alguns registros parecem ser eternos. Outros se transformam(...)Ao acolher e envolver o corpo físico, a pele o protege do ambiente que seja hostil e das ações externas agressivas, mas percebe e recebe, em todo o corpo, os estímulos positivosde calor, prazer e troca!"
A pele
Ela é uma roupa sem igual. Cai bem em grandalhões ou nanicos, gordos ou magros. São metros quadrados de tecido humano da melhor qualidade. Versátil, aquece no frio e refresca calor. Veste perfeitamente em qualquer ocasião, formal ou informal.
Olhando, ninguém diz que pesa mais de 4 quilos. Seus 5 milhões de sensores captam os estímulos mais sutis. E ainda acham que ela é superficial. Se alguém pedir a você para listar as dez partes mais importantes do corpo, dificilmente estaria entre elas. Na verdade, a pele é uma injustiçada.
Por incrível que possa parecer, a pele é o maior órgão do corpo humano. Abriga as sensações e o único dos cinco sentidos absolutamente vital para a sobrevivência: o tato. Você morreria se não conseguisse diferenciar, pelo toque, o óleo quente da água fria. Se não existisse a dor, você comeria a própria língua junto com as refeições, sem notar. E talvez só percebesse que pisou num prego muito tempo depois, quando o ferimento já estivesse infeccionado. A pele evita a perda dos líquidos do corpo e impede que os seus órgãos fiquem expostos ao sol, à chuva, ao vento, aos insetos, fungos e germes. Em todas as épocas e culturas, a humanidade tem usado a superfície do corpo como suporte para a expressão, desenhos, tinturas e inscrições.
